Em resposta à pandemia de COVID-19, muitos terapeutas considerarão trabalhar online com os seus clientes – com a finalidade de manter o contato terapêutico, mas minimizando o risco para ambos, cliente e terapeuta.

“Terapia online”refere-se geralmente a quatro formatos: telefone, vídeo conferência, terapia estruturada por email e mensagens instantâneas (I.M. texto-chat).

Existe a fortíssima evidência de que a psicoterapia online é eficaz – mas não o é para todos – cliente e terapeuta. Enquanto a terapia online partilha conceitos teóricos e muitas práticas com a terapia presencial (F2F), também existem diferenças – tal como existem diferenças, digamos, entre a terapia individual e a terapia de casais.

Este documento é fornecido para lhe indicar alguns dos problemas que deverá ter em conta, se não tem trabalhado muito online. Pretende ser uma medida provisória e não deve ser considerada como um treino completo.

Foi redigido por Adrian Rhodes, ex-presidente da EAP e atualmente presidente da ACTO – a “Associação de Aconselhamento e Terapia Online” (Reino Unido). Não é um documento abrangente; revisões adicionais serão levadas ao Conselho da EAP para consideração e ratificação.

 

Veja o documento aqui: Feppsi-EAP_Conselhos provisórios para a realização de psicoterapia online

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